Atualizado em 12 de julho de 2026. O futebol domina o desporto português, mas não tem o monopólio da glória olímpica. Estes são os nomes que deram a Portugal os seus momentos mais altos nos Jogos Olímpicos: quase todos vindos do atletismo.
Carlos Lopes, o primeiro ouro
Carlos Lopes conquistou o primeiro ouro olímpico da história de Portugal, na maratona de Los Angeles 1984: oito anos depois de já ter conquistado a prata nos 10.000 metros, em Montreal 1976. É, para muitos, o atleta que abriu a era de ouro do atletismo português de fundo.
Rosa Mota, a primeira mulher campeã
Rosa Mota tornou-se a primeira mulher portuguesa a subir ao lugar mais alto do pódio olímpico, conquistando o ouro na maratona de Seul 1988: depois de já ter vencido o bronze em Los Angeles 1984. Continua a ser uma das figuras mais respeitadas do desporto português, dentro e fora do atletismo.
Fernanda Ribeiro, ouro e bronze nos 10.000 metros
Fernanda Ribeiro venceu o ouro nos 10.000 metros em Atlanta 1996, repetindo depois o pódio com o bronze em Sydney 2000: consolidando a tradição portuguesa nas provas de longa distância que Carlos Lopes tinha iniciado uma década antes.
Pedro Pichardo, o mais recente
Já na era mais recente, Pedro Pichardo trouxe o triplo salto para a lista de honra: ouro em Tóquio 2020 e prata em Paris 2024, tornando-se o mais recente nome a juntar-se ao grupo de atletas portugueses com duas medalhas olímpicas, ao lado de Carlos Lopes, Rosa Mota e Fernanda Ribeiro.
Um domínio quase absoluto do atletismo
Não é coincidência que praticamente todas as medalhas de ouro olímpicas de Portugal venham do atletismo, sobretudo das provas de fundo e meio-fundo: uma tradição que atravessa décadas e gerações, e que continua a ser, ao lado do futebol, uma das maiores fontes de orgulho desportivo nacional.







